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JOJORATAZANA

Por viver no meio de tantos ratos. Portugal é o espelho do seu povo, felizmente que vivemos em democracia, o que nunca permitirá que um mau povo, tenha um bom governo.

JOJORATAZANA

Por viver no meio de tantos ratos. Portugal é o espelho do seu povo, felizmente que vivemos em democracia, o que nunca permitirá que um mau povo, tenha um bom governo.

Fevereiro 16, 2010

jojoratazana

«E se encerrássemos a Bolsa?»

 

As boas perguntas são as que nos fazem pensar, transportando-nos da esfera do que vemos como natural, inquestionável e imutável, para a esfera da construção, da escolha e do possível. São as que nos mostram que não temos que estar passivamente sentados a consumir sentidos únicos.
No número de Fevereiro do Le Monde diplomatique – edição portuguesa, o economista Frédéric Lordon aplica este raciocínio à Bolsa. Começa por listar os argumentos que poderiam ser usados a favor da sua manutenção para, em seguida, os descontruir e defender o seu encerramento. Com essa medida ganharia a economia e voltaria a associar-se o enriquecimento à remuneração do trabalho, defende.
Fica um excerto; o longo artigo de Lordon pode ser lido no número em banca:
«A Bolsa tem pois a notável característica de concentrar num único lugar a nocividade económica e a nocividade simbólica, coisa em que deveríamos ver razão bastante para encarar a possibilidade de desfechar contra ela alguns ataques sérios. Não dizemos que os argumentos aqui expostos concluem em definitivo a discussão sobre o encerramento da Bolsa, havendo seguramente muitas objecções a refutar para nos convencermos, de uma vez por todas, que se impõe juntar os gestos às palavras. Não é isso, portanto, que dizemos, mas apenas que é tempo, pelo menos, de as pessoas não se coibirem de pensar no assunto.»
 

 

 

TRANSCRITO DO BLOG "LADRÕES DE BICICLETAS" QUE MUITO ADMIRO

Fevereiro 15, 2010

jojoratazana

CONTINUANDO A SERVIR-ME DAS MEMÓRIAS DE RUI VIANA JORGE, PARA LEMBRAR O QUE TEM SIDO NA EUROPA O TRABALHO DAQUELES QUE SE DIZENDO DE ESQUERDA , SE VENDERAM AO PODER ECONÓMICO.

 

Mais uma «farpa» do Rui Viana Jorge:

Um passeio pela História

 

Nos distantes anos 60, o partido comunista Italiano dirigido pelo senhor Berlinguer, alcunhado pelo “culo di ferro”,por aguentar horas a fio de pé, conluiou-se com o Partido comunista francês do sr. George Marchais, e o ainda clandestino partido comunista Espanhol do sr. Carrilho, criando aquilo a que resolveram chamar de eurocomunismo.
Tudo isto para justificar o desentendimento com a internacional Comunista.
Julgavam estes senhores que o referido desalinhamento lhes iria dar maiores oportunidades e maior protagonismo nos referidos países.
Pois bem; visitei Itália nessa década, logo no ano em que o PCI tinha acabado de vencer as eleições, como partido mais votado com 33 virgula qualquer coisa por cento.
Aliás a minha viagem teve mesmo o propósito de festejar e passear num país onde os comunistas (mesmo que com grandes diferenças do que pensava), iriam para o governo.
Iriam mas não foram.
O espaço entre ter ganho as eleições, e a formação do governo, apanhou-me já em viagem de automóvel.
Escassos dias permitiram transformar uma vitória em derrota, já que a Itália passou a ser governada pelo chamado pentapartido (5 partidos).
Um dos principais actores desta mudança, chamava-se Bettino Craxi, secretário geral do PS Italiano que tinha obtido uns comedidos 10%, e assim ia parar ao governo.
Vem a talhe de foice (sem martelo), que anos mais tarde teve este cavalheiro teve que fugir para a Tunisia para não dar com os costados na cadeia por muitos anos; nessa altura o sr. Mário Soares foi visitá-lo por serem muito amigos, conforme disse o próprio à imprensa portuguesa.
Pois bem; nessa minha viagem frustrada, constatei que tal entendimento foi possível porque o PSI argumentou com firmeza ser o PCI um partido stalinista. Está tudo dito.
Na próxima vez falarei do que se passou por em França em Maio de 68 e a posição do PSF onde tambem me desloquei.
Meus amigos, Sócrates, não está desalinhado; direi mesmo que estudou bem a lição que os PS(s) vão dando por esse mundo fora.
 
MAIS UMA VEZ OBRIGADO AO RUI VIANA JORGE, POR LEMBRAR AOS PSEUDO SOCIALISTAS, AS SUAS GRANDES OBRAS EM PROL DA EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM.

Fevereiro 14, 2010

jojoratazana

AQUI ESTÁ UM TEXTO QUE EU GOSTAVA DE TER ESCRITO.

MUITO OBRIGADO AO AUTOR DO MESMO.

Um texto do RUI VIANA JORGE


 

Revisão da História recente da Pátria Lusa

Chegados a este estado de coisas, talvez não fosse mau relembrar a algumas cabeças e a alguns cabeçudos como chegamos aqui.
Em 25 de Abril de 1974, a rotura com o regime (ditadura) existente, pretendeu acima de tudo, restituir a liberdade e dar dignidade ao mundo de trabalho.
Direitos liberdades e garantias, a par da autodeterminação e independência dos povos por Portugal colonizados, tarnaram-se prioridades absolutas.
Quem toda a vida lutou por estes objectivos, deu a cara e o corpo. Os outros os que sempre lutaram para que as coisas não fossem assim tão más, apanhou um “cagaço” de todo o tanhanho.
Por isso trataram de fantasiar a verdade dos seus objectivos com socialismos de rosto humano e não sei quantos mais adjectivos que só serviam para mascarar as suas intenções. Assim nasceram o PSD e o CDS que nos seus primeiros estatutos se raclamavam de socialistas.
Estavam enganados e não tinham precisado de tanta hipocrisia se conhecebem bem os objectivos do PS.
Vejamos então como correram as coisas:
A estrema esquerda fazia ocupações selvagens e arbitrárias  e logo aparecia o PS a acusar o PCP de as fazer;
O PCP opunha-se a algumas greves sem razão de ser e logo o PS acusava o PCP de estar contra os trabalhadores;
O PCP apoiava( e apoia) a reforma agrária e logo o PS saía em defesa dos grandes agrários que tinham as terras abandonadas;
A CGTP fortalecia-se e logo aparecia a carta abertado sr. Gonelha dizendo que ia partir a espinha á intersindical, com aplauso de toda a direcção do PS.
Não descansaram enquanto não dividiram o movimento sindical com o aparecimento da UGT, enfraquecendo assim o mundo do trabalho; claro que tudo isto com o nobre sentimento de construirem um movimento sindical verdadeiramente livre, sem ser a correia de transmissão do PCP, escamoteando que na CGTP militavam e continuam a militar milhares de elementos do Partido Socialista, e esquecendo-se de dizer que a UGT, essa sim nasceu dentro das paredes do PS.
Muito cedo o PS e toda a direita Portuguesa perceberam que não conseguiam conter sózinhos este avanço democrático. De intentona em intentona, rápidamente entenderam que sem o apoio do resto da Europa não atingiam seus objectivos.
Nada melhor do que entrar para a CEE, de joelhos beneficiando assim de fundos que ao mesmo tempo disfarçava os seus intentos, obtendo fundos que serviriam para disfarçar o desmantelamento do mundo do trabalho que tanto os assustava.
Alguns dados para melhor se compreender o que digo;
Portugal produzia nessa altura cerca de 75% dos productos alimentares que consumia. Hoje produz uns escassos 20%. Importando o resto.
Tinham assim estes democratas de meia tijela oportunidade de derrotar a referida reforma agrária recebendo de mão beijada em dinheirinho o que se devia cá produzir.
A metalicomecânica pesada que possuiamos, prestigiada em todo o mundo tinha um defeito inaceitável: possuia uma célula de trabalhadores fortíssima que lhes dava água pela barba, alinhada ideologicamente com o PCP.
Percebe-se porque rápidamente foi desmantelada.
Nas pescas com tanta ZEE (tanto mar) e tanta comidinha e trabalho teria que ser feito um esforço para a desmantelar. Nada melhor que pagar o abate dos barcos em que ingenuamente os trabalhadores do sector embarcaram.
Depois são minudências, como o revogar o decreto (Vasco Gonçalves) que definia os trabalhadores como primeiros credores da massa falida em caso de falência de uma empresa.
Criar recibos verdes para os patrões poderem argumentar com despedimentos sem justa causa e fugiram as suas obrigações sociais. ETC.
E como o arrazoado já vai longo ficar-me-ei por aqui, prometendo dar á estampa mais alguns pormenores.
UMA COISA É CERTA: em tudo isto se encontra a mãozinha do PS.
Quando o Ex director da CIA se torna grande amigo de Mário Soares, sabia bem o que estava a fazer.
De resto, é tão verdade o que digo, que não se vê ponta de indignação por todo o PS pelo que agora se lá passa.
Contráriamente a muitos eu acho que este é o verdadeiro retrato genético do PS.
Deste e de todos os PS(s) que povoam  nossa EU.
Parafrazeando Fidel Castro;
A história dar-me-á razão.
 
 

E OS SÓCRETINOS ESTRABUCHAM

 

Fevereiro 13, 2010

jojoratazana

SMS convoca socialistas para manifestação de apoio a José Sócrates

NÃO PODIA ESTAR MAIS DE ACORDO COM O LOCAL ESCOLHIDO PARA ESTA MANIFESTAÇÃO DE APOIO  A SÓCRATES, CONFORME RECORDA O BLOG 5 DIAS

FOI NESTE LOCAL QUE: Em 1975, foi aqui que o grande partido de Frank Carlucci e de Mário Soares encerrou o 25 de Abril.

 

A PARTIR DESTE MOMENTO O DESÍGNIO DO PS FOI ENVIAR O SOCIALISMO PARA A GAVETA,

 AO FIM DE POUCOS ANOS CONSEGUIRAM COM O PSD E O CDS AQUILO QUE SEMPRE TENTARAM ESCONDER, VENDERAM O PODER POLITICO AO PODER ECONÓMICO E TORNARAM-SE FUNCIONÁRIOS DO PODER ECONÓMICO.

COM A SITUAÇÃO ACTUAL DO PAÍS, NÃO ACREDITO QUE A COBARDIA DO PS O DEIXE IR COMEMORAR A VENDA DO PODER POLITICO AO CAPITAL.

Fevereiro 12, 2010

jojoratazana

Jardim compara Portugal à Sicília

HÓ JOÃO LÁ ESTÁ O MENINO ARMADO EM LETRADO,  PARA QUE COMPARAR PORTUGAL COM A SICÍLIA SE A COMPARAÇÃO PERFEITA É COM A MADEIRA.

 

O presidente do Governo Regional da Madeira e do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, considerou hoje que num país com tradição democrática um primeiro ministro na situação de José Sócrates já teria sido substituído.

HÓ JOÃO NUM PAÍS COM TRADIÇÃO DEMOCRÁTICA , O SR. JÁ ESTARIA PRESO.

 

 

 

 

Fevereiro 12, 2010

jojoratazana

Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

No essencial, como escreveria qualquer marxista que tivesse lido Marx, o que está em causa é a luta interminável entre quem deve ocupar o posto de comando: o poder económico ou o poder político.  

 

Por Tomás Vasques às 17:42

 

 

 

A SÉRIO?

QUE BOM SERIA QUE FOSSE VERDADE, MAS NÃO ACREDITO  QUE O SR. TOMÁS VASQUES SEJA TÃO INGÉNUO QUE ACREDITE NAQUILO QUE ESCREVE.

NUMA ALTURA EM QUE O PODER POLITICO DESDE A SAÍDA DE ANTÓNIO GUTERRES SE ENCONTRA TOTALMENTE NAS MÃOS DO PODER ECONÓMICO.

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