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CONSEQÜÊNCIAS DA GUERRA

            O número de vítimas da Segunda Guerra Mundial foi sem precedentes. Morreram aproximadamente 46 milhões de pessoas: cerca de 26 milhões de soviéticos, 4 200 mil alemães, 4 320 mil poloneses (a maioria judeus), 2 milhões de japoneses, 400 mil americanos e 370 mil ingleses.

            Os custos materiais também foram espantosos: cidades em ruínas; pontes, sistemas ferroviários, vias fluviais e portos destruídos; terras agrícolas abandonadas, gado morto e minas de carvão desabadas. Muitas pessoas, famintas e sem lar, vagando pelas ruas e estradas. A Europa tinha pela frente uma tarefa imensa de reconstrução, que realizou com impressionante rapidez.

            Politicamente, o final da guerra marca também o declínio do poder da Europa ocidental no mundo. Os Estados Unidos e a União Soviética surgiram como as duas únicas grandes potências políticas, econômicas e militares em torno das quais o restante dos países do mundo se alinhou.

            Outras conseqüências da Segunda Guerra Mundial foi o progressivo declínio dos impérios coloniais europeus. Os Estados europeus, que lutaram contra o imperialismo alemão, não tinham como justificar seu imperialismo sobre outros povos.

            A Segunda Guerra Mundial marcou também o início da era atômica. Em pouco tempo, além dos Estados Unidos, a União Soviética e outros países passaram a dispor de armas atômicas.

            Ao final da guerra a Alemanha foi dividida em dois países (até 1990): República Federal da Alemanha e república Democrática Alemã. Foi criada a ONU (Organização das Nações Unidas), com o objetivo de evitar novos conflitos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:37


47 comentários

De XPTO a 24.09.2010 às 12:15

É falso. O comunismo matou muito mais, mesmo nas estimativas mais baixas. E pior: foi o regime que mais matou (seu compatriotas) por irem contra os seu ideias (de longe).

Ver aqui:

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_Negro_do_Comunismo

De jojoratazana a 24.09.2010 às 12:42

Xpto constato que é mais um daqueles que só lê o que lhe interessa ler.
Sou analista de informação há mais de 40 anos o que me permite fácilmente chegar a uma conclusão final sem fanatismos nem mentiras.
Críticas
[editar] Dúvidas sobre o número de vítimas
Não há consenso entre os historiadores sobre o número de vítmas da repressão nos países do bloco socialista. Alguns põem o número de vítimas muito mais alto do que no Livro negro, mas outros dizem que o número é mais baixo. Por exemplo, as estimativas para o regime de Estaline na União Soviética vão entre os 20 e os 60 milhões,[7] e os de Mao Tsé Tung na China entre os 19,5 e os 75 milhões.[8] Os autores do Livro negro defendem as suas estimativas para a União Soviética (20 milhões) e para a Europa de Leste (1 milhão) dizendo que usaram fontes que não estavam disponíveis a investigadores anteriores (os arquivos mencionados anteriormente). Ao mesmo tempo, os autores reconhecem que as estimativas para a China e outros países ainda governadas por partidos comunistas são incertas, uma vez que os seus arquivos ainda estão fechados. Nos anos recentes alguns autores publicaram estimativas progressivamente maiores das mortes provocadas por regimes comunistas; assim, livros recentes como Mao: A história desconhecida e Um século de violência na Rússia Soviética defenderam números de mortos mais elevados para a China e a Rússia respectivamente.

O professor da Universidade da Califórnia J. Arch Getty referiu que as fomes representam mais de metade dos 100 milhões de vítimas de Curtois. Este acredita que as mortes causadas por fomes provocadas, como durante o Holodomor, não são iguais ás mortes em trabalho forçado nos Gulags.[9]

Outro professor da Universidade da Califórnia, Mark Tauger, também discorda com a tese do autor de que a morte de um camponês da ucrânia "vale a morte de uma criança no Gueto de Varsóvia". Não interpreta o Holodomor como uma fome intencional e como genocídio.[10] Esta é uma polémica em curso entre os historiadores. Por exemplo, Robert Conquest também vê esta fome, o Holodomor, como intencional.

[editar] O argumento de que os regimes políticos descritos não eram comunistas
Críticos do Livro negro alegaram que este usa o termo comunista para se referir a uma vasta variedade de sistemas e que "arbitrariamente atira fenómenos históricos completamente diferentes como a querra civil de 1918-21, a colectivização forçada e o Grande Terror na União Soviética, o domínio de Mao na China e de Pol Pot no Camboja, o governo militar na Etiópia tal como diversos movimentos políticos da América Latina, desde a frente sandinista na Nicarágua ao Caminho Brihante no Perú."[11] Não discutindo a natureza comunista ou não dos países referenciados, o jornal francês Le Monde diplomatique argumentou que a história local e as tradições desempenharam um papel ao menos tão importante quanto o do comunismo em cada caso.[12] O próprio Karl Marx afirmou: "Se algo é certo, é que eu próprio não sou um marxista", depois de contactar com marxistas franceses no final da sua vida.[13]

[editar] O argumento de que o livro é parcial
Outra crítica ao livro é que discute apenas os estados comunistas, sem fazer comparações com os estados capitalistas. Alguns críticos argumentaram que, se fossem aplicados os padrões do Livro negro ao capitalismo, este poderia ser responsabilizado por tantas mortes como os países comunistas (ver: O Livro Negro do Capitalismo) Entre os alegados crimes do capitalismo estão as mortes resultantes do colonialismo e do imperialismo, repressão das classes trabalhadoras e de sindicatos nos séculos XIX e XX, dictaduras pró-ocidentais durante a guerra fria e o rápido regresso ao capitalismo em estados anteriormente comunistas após 1990.[14][15] O Le Monde Diplomatique nota que o Livro Negro incrimina o lado comunista em numerosas guerras e revoluções sem mencionar as mortes e outros crimes cometidos pelo lado anticomunista ao mesmo tempo.[12] Noam Chomsky, refere que os argumentos usados por capitalistas para justificar essas mortes são muito semelhantes aos argumentos usados para defender os países comunistas. Por exemplo, alega-se que o colonialismo e o imperialismo não representam o verdadeiro capitalismo, e que as mortes provocadas por ditadura pró-ocidentai

De jojoratazana a 24.09.2010 às 12:44

O argumento de que o livro é parcial
Outra crítica ao livro é que discute apenas os estados comunistas, sem fazer comparações com os estados capitalistas. Alguns críticos argumentaram que, se fossem aplicados os padrões do Livro negro ao capitalismo, este poderia ser responsabilizado por tantas mortes como os países comunistas (ver: O Livro Negro do Capitalismo) Entre os alegados crimes do capitalismo estão as mortes resultantes do colonialismo e do imperialismo, repressão das classes trabalhadoras e de sindicatos nos séculos XIX e XX, dictaduras pró-ocidentais durante a guerra fria e o rápido regresso ao capitalismo em estados anteriormente comunistas após 1990.[14][15] O Le Monde Diplomatique nota que o Livro Negro incrimina o lado comunista em numerosas guerras e revoluções sem mencionar as mortes e outros crimes cometidos pelo lado anticomunista ao mesmo tempo.[12] Noam Chomsky, refere que os argumentos usados por capitalistas para justificar essas mortes são muito semelhantes aos argumentos usados para defender os países comunistas. Por exemplo, alega-se que o colonialismo e o imperialismo não representam o verdadeiro capitalismo, e que as mortes provocadas por ditadura pró-ocidentais durante a guerra fria eram necessárias para lutar contra o comunismo.

O jornalista Daniel Singer refere também que muitos massacres do século XIX não foram cometidos e defende que as mortes provocadas pela pobreza deveriam em geral ser atribuídas ao capitalismo.[16]

Apoiantes do capitalismo defendem que a investigação empírica, tal como a que é feita acerca da liberdade económica, mostra que os países capitalistas tendem a ter menor pobreza.[17]

De XPTO a 24.09.2010 às 12:17

Copiar o link do meu comentário anterior, pois ele ao ser clicado dá erro.

Ou então clicar aqui: http://bit.ly/bkyaQF

De XPTO a 24.09.2010 às 12:18

Mentira é muito feio

De jojoratazana a 24.09.2010 às 12:46

Tem toda a razão.
Mentir e manipular é asqueroso.
E inclui quem difunde as mentiras.

De XPTO a 24.09.2010 às 16:42

«Sou analista de informação há mais de 40 anos o que me permite facilmente chegar a uma conclusão final sem fanatismos nem mentiras.»

Irrelevante. Até poderia ser o Papa, que em nada invalidaria os factos.

Mesmos pela estimativas mais baixas matou mais. O comunismo foi o mais espectacular falhanço de modelo económico e social século passado, após a queda dos regimes viu-se (e eu vi com os próprios olhos) que era tudo mentira, sendo o regime que mais mente de forma clara.

Quando diz: «Outra crítica ao livro é que discute apenas os estados comunistas, sem fazer comparações com os estados capitalistas. Alguns críticos argumentaram que, se fossem aplicados os padrões do Livro negro ao capitalismo, este poderia ser responsabilizado por tantas mortes como os países comunistas »

Embaralha tudo, o seu post fala só das mortes provocadas por Hitler comparando com as mortes do comunismo.

Invariavelmente, a esmagadora maioria dos sistemas comunistas (dos vários tipos) nunca deram qualidade de vida aso seu povos, sendo sempre ditaduras execráveis.

De XPTO a 24.09.2010 às 16:44

«Os países com mais qualidade de vida do planeta não são comunistas.
No entanto, contra todas as evidências, os seus apoiantes defendem esse tipo de regime que já deu provas de não funcionar.

Quem defende esses regimes não está minimamente interessado no bem-estar das populações, caso contrário defenderia os regimes do norte da Europa, Canadá, Austrália, etc... O que eles defendem é a ideia pela ideia, como um adepto de um clube que está sempre a perder e no entanto ficam do lado dele - o que ocorre devido à emoção -, facto que nada tem que ver com a racionalidade. Isto não será um problema se ocorrer com um clube de futebol, no entanto se ocorrer com a forma de gerir um estado dá asneira, remetendo uma população inteira à miséria devido a um clubismo cego que ignora todas as evidências.

Estes regimes são, invariavelmente, ditaduras execráveis. Só obrigando as populações, sem lhes dar alternativas de mudança, é que eles se safam.

Se, honestamente, os defensores de esses regimes tivessem verdadeiramente interessados no bem-estar das populações, há muito que teriam apontado outros exemplos. Defender o que apresenta maus resultados (há mais exemplo além de Cuba) vais contra tudo o que é sensato, indiciado que esse apoiantes defendem o regime pelo regime e não pelo que o regime consegue fazer pelas populações, como os adeptos que defendem o clube mesmo nas derrotas.

Há índices que ilustram a qualidade de vida dos países (IDH), indicando quais os países onde se vive melhor.

Ver aqui o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano):

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano

Algum defensor desses regimes conseguirá dizer porque não defende os regimes que, sem ditadura, têm a melhor qualidade de vida em todo o planeta? (pergunta de retórica).

Não é devido aos outros regimes não serem ideias, que vai escolher outros MUITO PIORES

Apego a um romantismo idiota e irracional, baseado numa ditadura, com custos dramáticos para a qualidade de vida de uma população é algo criminoso.»

De jojoratazana a 24.09.2010 às 17:07

Xpto.
És um politico formatado pela wikipedia, parabéns pelo clube que escolheste.

De xpto a 24.09.2010 às 19:44

jojoratazana,


«És um politico formatado pela wikipedia, parabéns pelo clube que escolheste.»

Mesmo se fosse verdade, o que apresenta não refuta nada do que foi dito. Como argumento vale zero.

De xpto a 24.09.2010 às 19:47

Caso não se tenha apercebido, ao apresentar os artigos da Wikipédia estou, indirectamente, a apresentar TODOS os links (referencias) externas que a Wikipédia apresenta no fim de cada artigo, que não são da Wikipédia.

De xpto a 24.09.2010 às 19:50

Lamento informar mas não sou político como aponto, e o que sou é irrelevante para validar o que eu digo, os meus argumentos não dependem da minha suposta, ou não, autoridade que poderei ter nestas matérias. Os argumentos e factos não dependem de quem os descreve.

De jojoratazana a 25.09.2010 às 00:15

SR. xpto.
A Wikipédia vale o que vale qualquer um pode por as baboseiras que quiser, não serve de instrumento de pesquisa a ninguém minimamente informado.
E dou-lhe toda a razão quando afirma, " Os argumentos e factos não dependem de quem os descreve."
Mas sim de quem os viveu e não deturpa a verdade.

De xpto a 25.09.2010 às 12:32

jojoratazana,

Parece-se que lhe passou a parte que a Wikipédia não é fechada sobe si mesma. Quase todos os artigos, no fim, baseiam-se em links externos que apontam invariavelmente para artigos, notícias, etc... que não são da Wikipédia. Eu podia fazer o resumo do que vem num artigo da Wikipédia, e depois colocaria os link que sustentam o artigo em causa, e você não saberia se eu teria tirado esse artigo da Wikipédia ou não.

Mas o que é relevante, ou não, é que uma verdade por estar na Wikipédia não se torna mentira; ou, uma mentira não se torna verdade por estar na Wikipédia. Algo não é válido por não corresponder à verdade, não por estar num dado site. Se sugere que alguma dos artigos que eu coloquei da Wikipédia é falso, o ónus da prova é seu, e não meu.

Ónus da prova, ver aqui:
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%94nus_da_prova

Nesse caso espero que seja mais concreto e aponte onde está a mentira, já que afirma «A Wikipédia vale o que vale qualquer um pode por as baboseiras que quiser,»
então significa que está a par dela, nesse caso pedia o favor de as indicar.



De jojoratazana a 25.09.2010 às 13:32

Olhe para poupar tempo.
Aqui vai uma prova de uma" verdade" verdadeira.
Que comeu milhões de papalvos em todo o mundo.
E agora vá procurar o numero de mortos provocado pelos comunistas nesta invasão.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Iraque#As_alegadas_armas_de_destrui.C3.A7.C3.A3o_maci.C3.A7a

De xpto a 26.09.2010 às 17:09

Nesta invasão não há mortos provocados pelos comunistas, no entanto esta invasão dá uma fracção do total dos mortos provocados por um dado regime. O regime comunista matou muito mais, e se comparar com o Iraque (comparação injusta para o comunismo), então, nem se fala.

De jojoratazana a 26.09.2010 às 19:37

Olhe parecemos os dois velhos dos marretas.
Mas para lhe dar trabalho convido a definir quem é ou foi efectivamente comunista e aqueles que pagos pelos capitalistas o senhor conta como vitimas do comunismo por exemplo Pol Pot no Camboja, e quem é culpado pelos mortos do capitalismo.

De XTPO a 27.09.2010 às 12:14

Mesmo que Pol Pot no Camboja fosse de extrema direita e hipercapitalista a contabilidade seria igual, lamento muito. No entanto, para que não haja dúvidas, Pol Pot é comuna. Seguindo a regra da maioria dos casos em que há comunismo: é uma ditadura execrável.



De XTPO a 27.09.2010 às 12:17

Se ser velho do marretas e apontar o comunismo como ele é: o maior falhanço de um regime no século passado (e todas as suas estirpes), com relutados brutais em mortandade mesmo para os seus cidadãos, desembocando sempre em ditaduras musculadas, então sou um velho dos marretas, e toda a gente deveria ser para que isso não ocorresse novamente.

De jojoratazana a 27.09.2010 às 13:34

Olhe xpto
Usando as suas armas, afirmo o capitalismo só no século 20 causou mais de 100 milhões de mortos.
http:/ translate.google.pt /translate?hl=pt-PT&langpair=en|pt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Le_Livre_Noir_du_Capitalisme
E pode crer que a breve prazo se prepara para provocar muitos mais.

De xpto a 27.09.2010 às 17:03

Retirado desse link «anticommunist wars and repressions, ethnic conflicts, and some victims of famines or malnutrition,which brings the incomplete list to a combined total of about 100 million deaths»

Mortes que forma contabilizadas como «anticommunist wars », portanto, imputadas também ao comunismo.

Você faz uma grande confusão, mistura tudo, parece que a sua profissão não o ajuda a lidar com a informação:

O capitalismo é um sistemas económico e não político, adoptado por vários regimes políticos, até o comunismo Chinês tem, onde permite, um sistema capitalista, havendo mais do que um tipo de regime que utiliza esse sistema. Portanto até poderia haver mais mortes, enquanto SÓ o sistema comunista já fez MUITO mais mortandade do que qualquer outro sistema politico no planeta. E o comunismo matou muito mais gente por decreto, devido às sua políticas brutais de repressão.


Muito obrigado por ter tornado a sua confusão mais clara.

De jojoratazana a 27.09.2010 às 19:47

Meu amigo xpto , o senhor tem um defeito de interpretação do que lê, e quanto ignora informação contraditória daquilo que defende, está a entrar no campo de quem só lê propaganda.
Ou seja só consome a informação publicitária.

De xpto a 28.09.2010 às 00:29

Admito essa possibilidade, portanto, peço-lhe que concretize a sua acusação, mostrando concretamente onde eu tenho um defeito de interpretação do que leio (diga onde está o defeito e justifique que interpretação deveria ter tido), bem como onde eu ignoro informação contraditória, mostrado o que ignorei e a contradição. Se deu por isso tudo, será facil mostrar-me.



De jojoratazana a 28.09.2010 às 01:07

Desculpe sobre o mesmo assunto, tem 2 versões uma acusa tal como o senhor que o comunismo fez milhões de mortos.
Outra diz exactamente o contrário e o Sr. ignora.
Isso é pensamento formatado isento de contraditório e fruto de propaganda capitalista,
a mesma propaganda que lhe vendeu as armas de destruição maciça no Iraque.
Outra coisa em democracia nem todos são obrigados a pensar como o Sr. nem engolir as mesmas verdades, os homens não são todos carneiros.

De xpto a 28.09.2010 às 01:31

Por piedade: aponte e cite-me, que eu quero ver o que diz ser esses meus erros.

«Outra coisa em democracia nem todos são obrigados a pensar como o Sr. nem engolir as mesmas verdades, os homens não são todos carneiros.»

Se é verdade, é verdade, independentemente da sua vontade de a engolir. Não a tem que engolir. Mas se recusa a "engolir" uma verdade é porque opta por uma mentira.

A verdade não se presta a gostos, ou é verdade ou mentira. Não misture a sua apreciação subjectiva (não gostar que mostrem que o comunismo foi execrável e não funcionou provocando uma mortandade incalculável), com o facto de isso ser verdade. Não é por não gostar que esta verdade seja mostrada que ela se torna mentira.

Aguardo que me mostre os meus enganos.

De jojoratazana a 28.09.2010 às 09:55

Contra aquilo que me quer vender leia o"" O Livro Negro do Capitalismo"".
De resto tenho pena mas não sou ferreiro, além disso sei que não se deve malhar em ferro frio.
Fique-se com as suas verdades que eu fico-me com as minhas.
Gosto de pensar pela minha cabeça, não pelo que me querem vender.

De xpto a 28.09.2010 às 11:01

Portanto: continua sem justificar os erros que me aponta.

De jojoratazana a 28.09.2010 às 11:28

Ainda no ultimo comentário lhe dei uma resposta.
Se não entende não posso fazer mais nada.

De xpto a 28.09.2010 às 11:48

É falso: o seu comentário anterior não concretizou a sua acusação feira em «27 de Setembro de 2010 às 19:47», mostrando concretamente onde eu tenho um defeito de interpretação do que leio (diga onde está o defeito e justifique que interpretação deveria ter tido), bem como onde eu ignoro informação contraditória, mostrado o que ignorei e a contradição. Se deu por isso tudo, será fácil mostrar-me, sem rodeios ou indirectas a dizer que já mostrou, não mostrando nada.

De jojoratazana a 28.09.2010 às 13:32

Já vi que só fazendo um desenho o Sr. vai perceber o que ando a dizer há muito tempo.
Pelo que afirma tão peremptoriamente creio que já leu o livro negro do comunismo.
Não acreditando que tenha lido o livro negro do capitalismo.
A única coisa que o aconselho é ler o segundo, e dai partir para o contraditório existente entre um e outro.
È assim tão difícil de perceber?
Ufa estava difícil.

De xpto a 28.09.2010 às 14:01

Já respondi à sua confusão entre o capitalismo e um sistema político, o capitalismo até é usado no comunismo Chinês.

Retirado desse link «anticommunist wars and repressions, ethnic conflicts, and some victims of famines or malnutrition,which brings the incomplete list to a combined total of about 100 million deaths»

Mortes que forma contabilizadas como «anticommunist wars », portanto, imputadas também ao comunismo.

Você faz uma grande confusão, mistura tudo, parece que a sua profissão não o ajuda a lidar com a informação:

O capitalismo é um sistemas económico e não político, adoptado por vários regimes políticos, até o comunismo Chinês tem, onde permite, um sistema capitalista, havendo mais do que um tipo de regime que utiliza esse sistema. Portanto até poderia haver mais mortes, enquanto SÓ o sistema comunista já fez MUITO mais mortandade do que qualquer outro sistema politico no planeta. E o comunismo matou muito mais gente por decreto, devido às sua políticas brutais de repressão.


Muito obrigado por ter tornado a sua confusão mais clara.

Por isso continua a não responder.

De jojoratazana a 28.09.2010 às 14:11

Pode mudar a cassete?
Muito grato

De xpto a 28.09.2010 às 14:52

Um repetição não torna algo de verdadeiro em falso

A repetição ocorre devido a você ter feito uma acusação, misturando conceitos, e não justificando o que me imputa, dizendo repetidamente já o ter feito. Assim sendo, ao repetir a sua não-justificação tenho que repetir onde está o seu erro e confusão.

Quem aqui vier verá isso de forma trivial.

A sua resposta anterior continua a não justificar a suas afirmações de que:

«[...] eu tenho um defeito de interpretação do que leio (diga onde está o defeito e justifique que interpretação deveria ter tido), bem como onde eu ignoro informação contraditória, mostrado o que ignorei e a contradição [...] »

Se tivesse reposta para as suas afirmações, ao invés de agonizar fugindo às mesmas teria, sem problemas, dado a sua justificação. Portanto é plausível afirmar que o que afirmou não passou de mera especulação sua do âmbito do daquilo que você queria que fosse verdade.

De Gustavo a 28.01.2012 às 12:15

Então, nunca nenhum regime comunista matou seja quem fosse?

De jojoratazana a 28.01.2012 às 12:28

Todos os regimes tem as mãos sujas de sangue.
A hipocrisia tem limites.

De Gustavo a 28.01.2012 às 12:36

Nomeadamente alguns governos Portugueses dos últimos anos, ou de qualquer outro país democrático Europeu. O consulado de Sócrates, ou de Durão Barroso, produziu vítimas imensas - que têm sido matriciais na 3ª república, desde o momento da sua fundação.
Tanto quanto sei, se um gajo assassinar dez ou cem pessoas, uma vez declarado culpado, receberá penas equivalentes à luz da nossa justiça. Os genocídios não se comparam, lamentam-se. Infelizmente, nesta tonta disputa, saem ambas as partes a perder

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